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  <title>dezanove - notícias e cultura LGBT</title>
  <subtitle>notícias e cultura LGBT em português</subtitle>
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  <updated>2013-05-20T00:58:25Z</updated>
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    <issued>2013-05-20T01:49:48</issued>
    <title>17 feridos durante a marcha gay da Geórgia</title>
    <published>2013-05-20T00:58:25Z</published>
    <updated>2013-05-20T00:58:25Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8b13ca19/15002719_8W2VY.jpeg" alt="" width="375" height="247" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os opositores da marcha do orgulho LGBT da Geórgia lançaram pedras ao autocarro onde seguiam os representantes das minorias sexuais esta sexta-feira. Apenas com a ajuda da polícia o autocarro conseguiu prosseguir através da multidão furiosa. Numa das artérias principais de Tbilisi, a Avenida Rustaveli, reuniram-se cerca de 10 mil opositores da marcha do orgulho LGBT.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Na véspera o patriarca da Geórgia pediu à Câmara Municipal de Tbilisi que cancelasse esta acção, mas o governo local recusou, afirmando que a marcha é um direito constitucional dos cidadãos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira tentativa de levar a cabo a marcha do orgulho em Tbilisi aconteceu no ano passado. Participaram entre 20 a 50 pessoas. A primeira edição terminou em confrontos entre os manifestantes e os activistas do movimento radical “União dos Pais Ortodoxos da Geórgia”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Alexandre Iourtchenko&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-20T01:28:09</issued>
    <title>Homossexualidade e co-adopção temas da próxima novela da SIC “Ambição” </title>
    <published>2013-05-20T00:36:38Z</published>
    <updated>2013-05-20T00:40:44Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 0px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bef14de9e/15002686_wo87H.jpeg" alt="" width="220" height="329" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 0px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5614225e/15002687_uplWJ.jpeg" alt="" width="220" height="326" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker8187"&gt;Ângelo Rodrigues, será Simão, um homossexual assumido, que mantém uma relação com Nuno, papel desempenhado por Rui Neto. O casal vai tentar adoptar uma criança na próxima novela portuguesa da SIC.&lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: left;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;No enredo, depois de terminar o curso de Belas Artes, Simão decide dedicar-se à ilustração em vez de continuar o negócio da família enquanto designer de calçado. O casal partilha uma casa e tem uma relação estável. Como muitos casais, Simão e Nuno, querem ser pais e dão início ao processo de adopção de uma criança. Mais à frente na novela Nuno vai falecer e a história desenvolve-se com a disputa de Simão a enfrentar na Justiça a guarda da filha que Nuno adoptou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À Notícias TV, o actor Angelo Rodrigues explica que não teve 'pudor em aceitar a personagem nem teria razões para isso'. À publicação Move Notícias afirmou que esta “não é mais do que uma história de amor que a personagem tem, só que em vez de ser com uma mulher é com um homem.”  Ângelo Rodrigues diz ainda ter feito pesquisa no terreno para construir a personagem Simão: “Fiz um enorme trabalho de pesquisa, assisti a filmes, documentários, reality shows e algumas séries, mas o principal foi observação comportamental. Tenho vários amigos gays, estive mais atento aos comportamentos, fui sair com eles à noite para conhecer o circuito gay”. Ângelo diz-se preparado para tudo: “Faço o que a personagem tem de fazer, se tiver de dar um beijo dou, pois é uma coisa perfeitamente normal entre duas pessoas que gostam uma da outra”, acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As gravações da nova novela da SIC começaram este mês e a estreia está marcada para Setembro. O argumento é de Rui Lopes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/Dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-19T22:27:20</issued>
    <title>Portugueses Dark Horses a caminho de Inglaterra </title>
    <published>2013-05-19T22:18:58Z</published>
    <updated>2013-05-19T22:18:58Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf113392c/15002462_aZRwe.jpeg" alt="" width="375" height="249" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Dezassete equipas vão disputar em Bristol, durante três dias e a partir de dia 24 de Maio, o torneio de rugby da Union Cup 2013. A Union Cup é um evento bianual que reúne equipas de rugby europeias que não discriminam em função da orientação sexual dos seus jogadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://dezanove.pt/188264.html" target="_blank"&gt;Depois de terem estado em Amsterdão em 2011&lt;/a&gt;, os Dark Horses, que fazem parte da associação Boys Just Wanna Have Fun, levam este ano uma comitiva constituída por 16 pessoas. Por razões económico-financeiras a equipa portuguesa jogará na modalidade X's, uma vez que não tem os 22 jogadores necessários para jogar na modalidade de XV (com quinze jogadores).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro Carita, capitão da equipa, declara ao &lt;a href="http://www.dezanove.pt" target="_blank"&gt;dezanove.pt&lt;/a&gt; que as expectativas passam por “trazer a taça da nossa divisão, mas se isso não for possível pelo menos um terceiro lugar.” A propósito da discriminação de pessoas LGBT em campo, o desportista português refere que “a discriminação é cada vez menor no desporto, no entanto ainda há muita gente que não sabe lidar bem com esta questão. Ainda há pouco tempo ouvimos uns comentários depreciativos numa jornada no Algarve. Ainda assim a maior parte das equipas que compete connosco no campeonato nacional de equipas emergentes já nos conhece, respeita e teme-nos. Isso foi um passo enorme que demos e teimamos em não abdicar disso.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A organização do torneio, a cargo dos britânicos Bristol Bisons, estima que o evento de desporto inclusivo traga cerca de 250 mil libras (cerca de 300 mil euros) à economia local. O evento conta com o apoio das autoridades locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A equipa portuguesa ruma ao Reino Unido esta quarta-feira. Quando regressar será responsável, em parceria com a equipa de vólei Lisbon Crows, pela organização da quarta edição do evento Pitch Beach, que trará a Lisboa dezenas de atletas europeus no primeiro fim-de-semana de Julho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-19T21:19:16</issued>
    <title>François Sagat reforma-se da pornografia aos 33 anos</title>
    <published>2013-05-19T20:35:36Z</published>
    <updated>2013-05-19T20:42:54Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B151429db/15001931_FtddZ.jpeg" alt="" width="375" height="360" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A estrela da porno François Sagat revelou no início do mês no seu site pessoal que não planeia voltar à pornografia: “Sem ressentimentos. Apenas novos objectivos”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;O actor francês ficou conhecido por um vasto reportório pornográfico, pela musculatura avantajada e pela sua icónica tatuagem no couro cabeludo. No seu palmarés contam-se filmes como Arabesque, &lt;a href="http://dezanove.pt/84165.html" target="_blank"&gt;LA Zombie&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://dezanove.pt/84468.html" target="_blank"&gt;Homme au bain&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2008 revelou no projecto “The Tradesmen” (Les Commerçants) que era sempre o último a ser escolhido quando se faziam as equipas desportivas no seu tempo de estudante. Confessou ainda ser um rapaz muito tímido. Sagat revela que decidiu reagir e que foi a pornografia que o libertou. Tudo começou em 2004 depois de ter aceite um convite numa sala de chat na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2009, com conjunto com o site Yagg.com, participou numa &lt;strong&gt;campanha com conteúdo sexual explícito (nota: conteúdo apenas para adultos)&lt;/strong&gt; a promover o uso do preservativo com gel para protecção de ISTs e do VIH.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Clica para ver vídeo com conteúdo sexual explícito..."&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.dailymotion.com/embed/video/xbc9qy" width="480" height="270" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/video/xbc9qy_francois-sagat-je-mets-une-capote-e_sexy" target="_blank"&gt;François Sagat: "Je mets une capote et du gel"&lt;/a&gt; &lt;em&gt;por &lt;a href="http://www.dailymotion.com/yaggvideo" target="_blank"&gt;yaggvideo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; “Incubus 2” foi o seu último filme porno, mas não o seu último filme deixou claro na sua mensagem: “É bom saber que saio em alta e deixei com as pessoas com vontade de mais. E elas vão ter mais, mas não mais do mesmo, disse Sagat.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-18T14:38:19</issued>
    <title>Hugo Soares: Apoia jovens LGBT mas vota contra co-adopção e adopção</title>
    <published>2013-05-18T13:40:49Z</published>
    <updated>2013-05-18T13:42:52Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3b14feb0/14997530_7FiN4.jpeg" alt="" width="375" height="330" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Hugo Soares, deputado do PSD eleito por Braga, votou contra as proposta de co-adpção e de adopção que estiveram ontem em discussão no Parlamento. Apesar do sentido de voto, o líder da JSD foi recentemente protagonista de um vídeo da campanha Tudo Vai Melhorar, que está a ser promovida pela associação LGBT do Porto CASA. "Vale a pena acreditar que tudo vai ser diferente. Vale a pena ter esperança",&lt;a href="http://dezanove.pt/476042.html" target="_blank"&gt; dizia então o deputado&lt;/a&gt;, mostrando a sua solidariedade com as vítimas de bullying homofóbico.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;Em declarações ao Público, Hugo Soares mostrou-se surpreendido com o resultado final, sustentando que "a votação final global é que é decisiva. E nesta votação faltaram 16 deputados do PSD que estavam em missões oficiais". &lt;a href="http://dezanove.pt/505553.html" target="_blank"&gt;Recorde-se que havia liberdade de voto nas bancadas do PS e do PSD&lt;/a&gt;. Estavam presentes 203 dos 230 deputados. O projecto da co-adopção registou 99 votos a favor, 94 contra e 9 abstenções, passando por uma curta margem. Depois de discutido na especialidade, haverá uma votação final global que, esperam várias vozes do CDS e PSD, inverta o sentido de voto. Os projectos de adopção do Bloco e dos verdes foram rejeitados.&lt;br /&gt;José Castelo Branco, Wanda Stuart, Richard Zimler e Júlio Magalhães, a par do líder da JSD, estão entre as figuras públicas que já deram a cara pela iniciativa Tudo Vai Melhorar, que nasceu nos Estados Unidos. O movimento It Gets Better foi criado pelo activista Dan Savage, que em Setembro de 2010, na sequência de uma série de episódios de bullying que levaram à morte vários adolescentes nos EUA.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-17T14:50:09</issued>
    <title>O vídeo das Nações Unidas para este 17 de Maio </title>
    <published>2013-05-17T14:37:18Z</published>
    <updated>2013-05-17T14:37:18Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="float: left; padding: 5px;"&gt;&lt;img style="border: 0px;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B151457fc/14994732_hvRZZ.png" alt="" width="375" height="213" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Um vídeo simples, mas com uma mensagem forte. Foi desta forma que o Escritório dos Direitos Humanos das Nações Unidas decidiu marcar o dia 17 de Maio, oferecendo uma visão global sobre os direitos da comunidade LGBT.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Intitulado “O Enigma”, o vídeo apresenta uma variedade de pessoas da comunidade LGBT que se perguntam qual é a coisa que existe desde sempre e no entanto continua a ser ilegal em 76 países e incita à violência e discriminação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta a este enigma? Ser homossexual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Navi Pillay, Alta-Comissária dos Direitos Humanos declarou “Todas as nações são obrigadas, pelo Direito Internacional dos Direitos Humanos a proteger todas as pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transexuais da tortura, da discriminação e da violência.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ban Ki-Moon, Secretário-Geral das Nações Unidas termina este curto filme declarando: “As Nações Unidas têm uma mensagem  simples para os milhões de pessoas LGBT em todo o mundo: Não estão sós.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/sYFNfW1-sM8" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Lúcia Vieira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-17T13:16:14</issued>
    <title>Co-adopção passa. Deputados do PSD, PS e CDS chumbam adopção (com vídeos)</title>
    <published>2013-05-17T12:18:09Z</published>
    <updated>2013-05-17T13:49:37Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6514178a/14994118_1Jqry.jpeg" alt="" width="375" height="253" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo voltou a ser chumbada no Parlamento esta sexta-feira, com votos contra de deputados do PSD, PS e CDS. As propostas do Bloco de Esquerda e de Os Verdes pretendiam alargar a possibilidade de adopção. Já a proposta de co-adopção conseguiu passar. Desta forma, passa a ser possível estender ao outro elemento do casal ou da união de facto o vínculo de parentalidade que o outro cônjuge já tem em relação à criança.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;O que estava em causa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A proposta de co-adopção em casais do mesmo sexo foi apresentada por Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves (PS). Esta forma jurídica existe em vários países e permite que “numa situação conjugal ou de união de facto homossexual, havendo uma criança adoptada por um deles, a outra parte possa também ser co-adoptante”, explicou então Isabel Moreira. Esta sexta-feira a deputada socialista considerou que se estava perante “um passo civilizacional”, mas que “chega atrasado para pais e mães e para crianças que muitas vezes na sua inocência desconhecem que o Estado desconsidera um dos seus pais”. Já os projectos-lei do Bloco de Esquerda e de Os Verdes pretendiam pôr fim à discriminação de casais de pessoas do mesmo sexo no acesso à adopção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3f13bb8b/14994113_NSZZu.jpeg" alt="" width="375" height="384" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;Onde estão os deputados que votaram contra &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Havia liberdade de voto nas bancadas do PS e do PSD. Estavam presentes 203 deputados. O projecto da co-adopção registou 99 votos a favor, 94 contra e 9 abstenções. A maioria dos votos contra veio das bancadas do PSD e do CDS. António Braga e João Portugal (PS) também votaram contra a possibilidade de co-adopção. Todos os deputados do PCP, BE e Verdes votaram a favor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O projecto do Bloco de Esquerda que previa a eliminação da impossibilidade de adopção de casais do mesmo sexo recebeu 104 votos contra (maioria dos deputados do PSD, 6 deputados do PS e a bancada do CDS), 77 a favor (Bloco de Esquerda, Os Verdes, maioria do PS e 12 deputados do PSD. A bancada do PCP absteve-se. Já a proposta de Os Verdes registou o mesmo sentido de voto que a proposta do Bloco.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;De registar que o PCP absteve-se perante a possibilidade de adopção, quando &lt;a href="http://dezanove.pt/311147.html" target="_blank"&gt;no debate de 2012 tinha votado contra&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;Vozes a favor e o parecer de Marinho Pinto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Na véspera do debate, a Amnistia Internacional apelou aos grupos parlamentares para votarem favoravelmente a adopção homossexual. Também a Associação para o Planeamento da Família (APF) voltou a manifestar-se a favor. “Hoje em dia há um consenso científico sobre esta matéria da parentalidade homossexual, a qual sempre existiu, embora não tão explícita”, disse Duarte Vilar, secretário-geral da APF.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Mais polémico foi Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, que enviou um parecer negativo à Assembleia da República sobre os diplomas em causa. &lt;/span&gt;Marinho Pinto argumentou que “os casais do mesmo sexo têm muitos direitos, muitos dos quais, infelizmente, ainda não estão sequer reconhecidos", mas "não têm, seguramente (nem devem ter), direito a adoptar, porquanto esse pretenso direito colide frontalmente com o direito das crianças a serem adoptadas por uma família natural". Um grupo de advogados &lt;a href="http://www.dezanove.pt/504897.html" target="_blank"&gt;demarcou-se desta posição&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/rG_TSyyX-zA" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/g2En6oWu5H4" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-15T20:40:12</issued>
    <title>Justiça brasileira decide: Casamento entre pessoas do mesmo sexo entra em vigor esta semana</title>
    <published>2013-05-15T19:42:18Z</published>
    <updated>2013-05-15T19:47:39Z</updated>
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    <category term="casamento entre pessoas do mesmo sexo"/>
    <category term="casamento"/>
    <category term="direitos lgbt"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9a134d73/14989245_5n7qL.jpeg" alt="" width="375" height="257" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou esta terça-feira uma resolução que obriga todos os cartórios do Brasil a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Ao contrário do que ocorreu nos outros países onde este direito está estabelecido, coube à justiça e não ao parlamento aprovar o casamento igualitário.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p&gt;O tema foi proposto ao CNJ pelo presidente, Joaquim Barbosa, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), instância máxima do sistema judicial brasileiro. O casamento entra em vigor mal seja publicada a deliberação no Diário de Justiça, que deverá ocorrer ainda esta semana. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"É vedada às autoridades competentes [os cartórios] a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo", refere a resolução, que apresenta as sanções para os cartórios que decidam não cumprir a norma: "A recusa prevista no artigo 1° implicará a imediata comunicação ao respectivo juiz corregedor para as providências cabíveis".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2011, o STF já tinha reconhecido, por unanimidade, a equiparação da união civil homossexual à heterossexual, permitindo que casais de pessoas do mesmo sexo tivessem direitos como herança e pensões. Neste momento o casamento entre pessoas do mesmo sexo é possível em 14 países. Na América Latina é legal na Argentina e no Uruguai. &lt;a href="http://dezanove.pt/498581.html" target="_blank"&gt;França&lt;/a&gt; e o estado do &lt;a href="http://dezanove.pt/504355.html" target="_blank"&gt;Minnesota&lt;/a&gt; foram os mais recentes territórios a dizer “sim”.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-15T18:35:49</issued>
    <title>Carta aberta de grupo de advogados contra parecer da adopção de Marinho Pinto</title>
    <published>2013-05-15T17:46:09Z</published>
    <updated>2013-05-15T18:00:02Z</updated>
    <category term="ordem dos advogados"/>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbf13a5e7/14989006_jpz9Q.jpeg" alt="" width="375" height="281" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Um grupo de advogados escreveu uma carta aberta ao bastonário da Ordem dos Advogados em que explica que o parecer de Marinho Pinto sobre a adopção “não respeita os princípios enformadores do Direito, carece de fundamentação factual de suporte e ilegitimamente assume uma posição que, certamente, uma parte muito significativa dos Advogados deste país não subscreverá”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A carta, que apresenta vários argumentos jurídicos contra a posição de Marinho Pinto, foi também enviada para os grupos parlamentares, para os conselhos distritais, para o conselho geral e para o conselho superior da Ordem dos Advogados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Recorde-se que a &lt;a href="http://www.dezanove.pt/504771.html" target="_self"&gt;propósito do debate parlamentar de 17 de Maio&lt;/a&gt; sobre adopção e co-adopção, Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, enviou um parecer negativo. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://dezanove.pt/503411.html" target="_blank"&gt;Marinho Pinto argumenta&lt;/a&gt; que “os casais do mesmo sexo têm muitos direitos, muitos dos quais, infelizmente, ainda não estão sequer reconhecidos", mas "não têm, seguramente (nem devem ter), direito a adoptar, porquanto esse pretenso direito colide frontalmente com o direito das crianças a serem adoptadas por uma família natural". Vai mais longe e defende que uma "família natural" é "constituída por um pai (homem) e uma mãe (mulher) e não com um homem a fazer de mãe ou com uma mulher a fazer de pai". Este grupo de advogados considera &lt;span style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;que se trata de "uma&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt; posição de carácter manifestamente discriminatório". &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;CARTA ABERTA AO SR. BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS PORTUGUESES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;«Tendo tomado conhecimento do Parecer emitido pela Ordem dos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Advogados, sobre os Projectos de Lei n.º 278/XII (PS), 392/XII (BE) e &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;412/XII (PEV) que consagram, respectivamente «a possibilidade de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;co-adoção pelo cônjuge ou unido de facto do mesmo sexo e procede à &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;23.ª alteração ao Código do Registo Civil», a «eliminação da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;impossibilidade legal de adoção por casais do mesmo sexo, primeira &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;alteração à Lei n.º 9/2010, de 31 de maio e segunda alteração à Lei &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;n.º 7/2001, de 11 de maio» e «Alarga as famílias com capacidade de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;adoção, alterando a Lei nº 9/2010, de 31 de maio e a Lei nº 7/2001, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;de 11 de maio», os Advogados e Advogadas subscritores da presente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Carta Aberta pretendem desvincular-se, em toda a medida, da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;posição assumida e assinada pelo Senhor Bastonário, sobre a qual &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;nunca foram ouvidos e da qual discordam, por entenderem ser uma&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;posição de carácter manifestamente discriminatório.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Sobre as afirmações contidas no Parecer enviado pela Ordem dos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Advogados, designadamente que «O direito da criança a ser adoptada &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;implica que essa adopção se faça em respeito pelo princípio da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;família natural, ou seja, por uma família constituída por um pai &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;(homem) e uma mãe (mulher) e não com um homem a fazer de mãe &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ou com uma mulher a fazer de pai. O desenvolvimento harmonioso da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;personalidade de uma criança (um dos seus direitos fundamentais) &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;implica a existência de referências masculinas e femininas no &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;processo de crescimento.», acrescentando-se que «os casais do &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;mesmo sexo têm muitos direitos, muitos dos quais, infelizmente, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ainda não estão sequer reconhecidos nas leis da República, mas não&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;têm, seguramente (nem devem ter) direito a adoptar, porquanto esse &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pretenso direito colide frontalmente com o direito das crianças a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;serem adoptadas por uma família natural.», solicitando-se, a final, a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;reprovação dos vários projectos, cumpre-nos dizer o seguinte: &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Nos termos do artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;a lei e ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;condição social ou orientação sexual. Os n.ºs 1 e 3 do artigo 36.º da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Constituição da República Portuguesa determinam também que todos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;têm o direito de constituir família e de contrair casamento em&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;condições de plena igualdade e que os cônjuges têm iguais direitos e &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;deveres quanto à capacidade civil e política e à manutenção e &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;educação dos filhos. Consideremos ainda os artigos 67.º e 68.º da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;CRP. Prevê o n.º 1 do artigo 67.º que a família [sem qualquer &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;definição social ou legal de família], como elemento fundamental da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;dos seus membros. Que, do mesmo modo, o artigo 68.º estabelece &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;que os pais e as mães [individualmente considerados!] têm direito à &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;protecção da sociedade e do Estado na realização da sua &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sua educação, com garantia de realização profissional e de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;participação na vida cívica do país, constituindo a maternidade e a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;paternidade valores sociais eminentes. &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Tais artigos não podem ser analisados separadamente, como faz o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Parecer da OA, senão como um todo, um continuum jurídico &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;interligado e interdependente que não determina qualquer concepção &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;de família ou que a maternidade e a paternidade sejam valores &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;analisados apenas enquanto complementos (veja-se, aliás, a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;legislação laboral e da segurança social, muito clara nesta matéria). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A Lei n.º 9/2010, de 31 de Maio, que consagra o casamento civil entre &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pessoas do mesmo sexo, dispõe, no seu artigo 5.º que todas as &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;disposições legais relativas ao casamento e seus efeitos devem ser &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;interpretadas à luz da mesma lei, independentemente do género dos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;cônjuges, sem prejuízo do disposto no artigo 3.º que determina, no &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;n.º 1, que as alterações introduzidas não implicam a admissibilidade &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;legal da adopção, entendimento que julgamos antitético com o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;próprio espírito da lei, cujo partido autor (PS) pretende alterar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Também a Lei n.º 7/2001, de 11 de Maio, veio consagrar no nosso &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ordenamento jurídico medidas de protecção das uniões de facto, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;diploma alterado e republicado pela Lei n.º 23/2010, de 30 de Agosto. &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Nos termos do seu artigo 1.º, a união de facto é a situação jurídica de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;duas pessoas que, independentemente do sexo, vivam em condições &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;análogas às dos cônjuges há mais de dois anos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;O regime jurídico da adopção encontra-se consagrado no Código Civil, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;nos artigos 1973.º a 2002.º. Nos termos do artigo 1974.º, a adopção &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;visa realizar o supremo interesse da criança e será decretada quando &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;apresente reais vantagens para o adoptando, se funde em motivos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;legítimos, não envolva sacrifício injusto para os outros filhos do &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;adoptante e seja razoável supor que entre o adoptante e o adoptando &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;se estabelecerá um vínculo semelhante ao da filiação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;No artigo 1979.º e seguintes do Código Civil determina-se que podem &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;adoptar plenamente: &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Duas pessoas casadas, ou a viverem em união de facto, há mais &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;de 4 anos, se ambos tiverem mais de 25 anos e menos de 60 &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;anos; &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Qualquer pessoa que tenha mais de 30 anos, ou mais de 25 anos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;se o adoptado for filho do cônjuge.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Relativamente ao processo de adopção restrita, estabelecido no &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;artigo 1992.º e seguintes do Código Civil, estipula-se que neste caso &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;podem adoptar:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Qualquer pessoa com mais de 25 anos e menos de 60 anos; &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Qualquer pessoa com mais de 60 anos, só pode adoptar se a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;criança ou jovem lhes tiver sido confiado antes de fazer os 60 &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;anos ou se for filho do cônjuge. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Isto é, não existe qualquer referência à orientação sexual de quem &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pretende adoptar, conquanto preencham os requisitos ali &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;determinados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Por outro lado, importa igualmente sublinhar que o artigo 69.º da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Constituição estabelece que «as crianças têm direito à protecção da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;nas demais instituições». Este direito e o superior interesse da criança &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;devem, obrigatoriamente, enformar toda a acção do Estado e das &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;demais instituições, nas suas políticas e na sua acção, seja no &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;domínio da protecção da família, seja no domínio da adopção. Por &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;outras palavras, o Estado e as demais instituições devem concretizar &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;o preceituado no artigo 69.º, colocá-lo em prática, traduzi-lo para o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ordenamento jurídico, em todas as suas esferas de acção. Ora, nada &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;no referido artigo 69.º estabelece ou permite inferir que a protecção &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;do superior interesse da criança e dos seus direitos justifique a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;discriminação dos pais e adoptantes homossexuais ou bissexuais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Aliás, muito pelo contrário, a Constituição é clara ao estabelecer, sem  &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;qualquer limitação, que as crianças devem ser salvaguardadas de&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;todas as formas de discriminação, pressão e de exercício abusivo da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;autoridade. Que o direito da criança à protecção do Estado e da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sociedade tem como objectivo principal, permitir o desenvolvimento &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;integral da criança. E em nenhuma disposição dos artigos 67.º a 69.º &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;da Constituição é feita qualquer referência à orientação sexual dos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pais ou adoptantes, o que só pode significar que esta é irrelevante &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;para os efeitos desses mesmos preceitos constitucionais. &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Portanto, a manutenção desta discriminação legal, que restringe os &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;direitos dos cidadãos homossexuais e bissexuais, apenas se &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;justificaria (como, aliás, sucede com qualquer restrição a qualquer &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;direito ou liberdade fundamentais) se os referidos direitos daqueles &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;cidadãos colidissem, prejudicassem ou afectassem negativamente o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;superior interesse da criança ou o seu desenvolvimento integral. Não &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;nos parece que assim seja, na senda da opinião dos técnicos que &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;investigaram e estudaram esta questão (tal como referido infra).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Mais: nada no referido Parecer permite sustentar a conclusão de que &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;a co-adopção ou a adopção por casais homossexuais ou bissexuais &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;coloque em perigo, prejudique ou afecte de forma negativa o superior &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;interesse da criança ou o seu desenvolvimento integral.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Como referimos infra, os estudos e os relatórios dos técnicos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;competentes para avaliar esta problemática demonstram, com toda a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;clareza, que não existe justificação para a manutenção desta &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;discriminação legal, dado que o desenvolvimento da criança não é &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;afectado negativamente pela orientação sexual dos seus pais ou &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;adoptantes. Que, aliás, esta discriminação pode prejudicar o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;desenvolvimento integral da criança. E, ao contrário do que sucede &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;com o Parecer, os referidos estudos e relatórios baseiam-se em &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;fundamentos e elementos sociológicos e científicos. Com efeito, o&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Parecer invoca alguma fundamentação sociológica, mas não &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;concretiza, determinando em abstracto a necessidade de referenciais &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;femininos e masculinos na educação de uma criança, o que, na &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;ausência de qualquer fundamentação sociológica, apenas se pode &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;considerar mera opinião derivada de concepções pessoais. E, mais &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;grave, defende o Parecer uma discriminação legal, uma restrição de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;direitos protegidos e assegurados pela Constituição a todos os &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;cidadãos, sem apresentar fundamentação suficiente ou adequada &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;para tal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Com efeito, em modo diametralmente oposto ao afirmado pela OA, o &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Instituto Superior de Psicologia Aplicada afirmou em documento de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Janeiro de 2013 que, do ponto de vista do desenvolvimento emocional &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;e psicológico das crianças, não há motivos que justifiquem a &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;impossibilidade legal de nascerem ou de serem educadas quer por &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;um casal do mesmo sexo quer por uma pessoa singular de orientação &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sexual homossexual ou bissexual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Em adição, o que é aliás extremamente importante, foi demonstrado, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;por investigação científica realizada recentemente com famílias de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;casais do mesmo sexo pelo Comissariado para os Direitos do Homem &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;do Conselho Europeu e pelo Parlamento Europeu, não existirem &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;diferenças em áreas fundamentais do desenvolvimento destas &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;crianças quando comparadas com outras que crescem em famílias &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;com pais de sexo oposto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;De facto, relatórios técnicos do Comissariado para os Direitos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Humanos do Conselho Europeu, no que diz respeito às práticas de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;discriminação de pessoas LGBT, não só corroboram estes pareceres, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;como descrevem a forma como estas práticas discriminatórias &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;exercem pressão e stress acrescido nas famílias de casais do mesmo &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;sexo e nas crianças com dois pais ou duas mães, situação esta que &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;atenta contra o bem-estar destas crianças. (cfr. Parecer do Instituto &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Superior de Psicologia Aplicada, enviado à Assembleia da República, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;pág. 2.) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Sublinhe-se ainda que o Parlamento Europeu tem vindo a defender, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;no quadro de diversas resoluções sobre o respeito pelos direitos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;humanos na União Europeia, a supressão da discriminação e da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;desigualdade de tratamento de que ainda são vítimas os &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;homossexuais apelando aos Estados-Membros para que reconheçam &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;a legalidade dos direitos dos homossexuais, incluindo o direito à &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;celebração de contratos de união civil e de casamento entre pessoas &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;do mesmo sexo, bem como o direito à adopção de crianças. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A posição do PE relativamente a este último aspecto foi recentemente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;confirmada na Resolução, aprovada em 4 de Setembro de 2003, sobre&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;a situação dos direitos fundamentais na União Europeia em 2002, &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;que, evocando o respeito pelo princípio da igualdade e da não &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;discriminação com base na orientação sexual, solicita aos Estados-&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Membros “a abolição de qualquer forma de discriminação - legal ou &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;de facto - de que ainda são vítimas os homossexuais, nomeadamente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;em matéria de direito ao casamento e à adopção de crianças”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Nestes termos, enquanto Advogados e Advogadas, defensores da &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;legalidade democrática, da Constituição da República Portuguesa e &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;das leis nacionais e internacionais, em nome da igualdade, recusamos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;qualquer identificação ou conotação com o parecer da Ordem dos &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Advogados, entendendo que este não respeita os princípios &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;enformadores do Direito, carece de fundamentação factual de suporte &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;e ilegitimamente assume uma posição que, certamente, uma parte &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;muito significativa dos Advogados deste país não subscreverá.» &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-14T16:37:18</issued>
    <title>Verdes e Bloco vão defender adopção na sexta-feira</title>
    <published>2013-05-14T15:39:52Z</published>
    <updated>2013-05-14T15:39:52Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6513952a/14984926_1zLkh.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Na próxima sexta-feira, os olhos da comunidade LGBT portuguesa vão estar postos no Parlamento com três propostas legislativas envolvendo crianças e pessoas do mesmo sexo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estará em discussão a possibilidade de co-adopção em casais do mesmo sexo (iniciativa dos deputados Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves do PS). Esta forma jurídica existe em vários países e permite que, como explica a deputada, "numa situação conjugal ou de união de facto homossexual, havendo uma criança adoptada por um deles, a outra parte possa também ser co-adoptante".&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Depois, Bloco de Esquerda e Os Verdes apresentaram projectos de lei, à semelhança de 2012, que pretendem pôr fim à discriminação de casais de pessoas do mesmo sexo no acesso à adopção. “É do superior interesse das crianças ter uma família e viver num ambiente familiar estruturado, saudável e enriquecedor dos mais diversos pontos de vista. Não se percebe, por isso, por que razão se restringe o conceito familiar daqueles que podem adoptar crianças em Portugal, excluindo os casais compostos por pessoas do mesmo sexo”, referem Os Verdes, em nota de imprensa enviada ao &lt;a href="http://www.dezanove.pt"&gt;dezanove.pt&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Heloísa Apolónia &lt;a href="http://dezanove.pt/310049.html" target="_blank"&gt;tinha já defendido&lt;/a&gt; ao &lt;a href="http://www.dezanove.pt"&gt;dezanove.pt&lt;/a&gt;, aquando da última discussão no Parlamento, que “há casais heterossexuais e casais homossexuais estruturados que devem poder adoptar. Há casais heterossexuais e casais homossexuais desestruturados que não devem poder adoptar. Essa estruturação e capacidade do casal para garantir dignidade e felicidade a uma criança deve ser avaliada por entidades competentes para o efeito. O que não pode é definir-se essa estruturação por via de orientações sexuais. Acho que a sociedade está preparada para essa mudança”, disse a deputada de Os Verdes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-14T13:16:46</issued>
    <title>Casamento avança nos Estados Unidos. Agora foi o Minnesota (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-14T12:20:06Z</published>
    <updated>2013-05-14T12:20:28Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0913c80f/14983232_badJP.jpeg" alt="" width="202" height="249" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Minnesota tornou-se no 12.º Estado norte-americano a legalizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. A votação decorreu esta segunda-feira no Senado daquele estado, com 37 votos a favor e 30 contra.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;“Estou orgulhoso de ser de Minnesota hoje”, disse aos jornalistas o senador democrata Scott Dibble (na foto), que foi um dos protagonistas do debate que se prolongou por quatro horas. Dibble anunciou que se vai casar com o seu companheiro Richard Leyva a 1 de Agosto, o primeiro dia em que a lei entrar em vigor. O casal já tinha contraído casamento na Califórnia em 2008, antes da entrada em vigor da Proposition 8, que revogou o acesso ao casamento entre pessoas do mesmo sexo naquele estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/fP0P7BiCGJ8" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-14T12:00:16</issued>
    <title>“Saiaço”: Um protesto na Universidade de São Paulo contra os estereótipos de género</title>
    <published>2013-05-14T11:04:49Z</published>
    <updated>2013-05-14T11:06:50Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfa14b4d8/14982946_SoLj5.jpeg" alt="" width="375" height="281" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Esta quinta-feira, 16 de Maio, cinco pólos da Universidade de São Paulo (Brasil) vão participar no “saiaço”. Trata-se de um protesto contra a discriminação em que homens vão vestir saias e mulheres usarão roupas de homem. A iniciativa pretende apoiar o estudante Vitor Pereira, que foi ofendido pela internet por ir de saia a uma aula.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;As ofensas começaram depois de o site G1 ter feiro uma reportagem em que mostrava este caloiro do curso de Têxtil e Moda da Escola de Artes, Ciências e Humanidades de saia. Após a reportagem, começaram a surgir ofensas via Facebook. No entanto, na faculdade surgiram vários apoios. Foram já criados cinco eventos no Facebook, que reúnem mais de 2.500 pessoas. Os organizadores referem que a ideia é promover um “dia de reflexão sobre os estereótipos de género”.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-13T14:00:08</issued>
    <title>Rússia: “Caçadores de gays” violaram e torturaram até à morte um jovem</title>
    <published>2013-05-13T13:03:45Z</published>
    <updated>2013-05-15T04:44:51Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B11146843/14979598_fZVPD.jpeg" alt="" width="375" height="281" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Na cidade russa de Volgogrado foi encontrado o corpo de um jovem de 23 anos, no dia seguinte aos festejos do Dia da Vitória na Guerra contra o Fascismo. A identidade da vítima foi identificada com dificuldade, uma vez que após a sua morte seu o crânio foi esmagado. Para além disso, os violadores espicaçaram os genitais da vítima. Antes da sua morte, o jovem foi repetidamente violado com garrafas de cerveja.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Três jovens suspeitos foram presos. Um deles confessou que a razão das torturas e do assassinato animalesco foi a orientação sexual do jovem e que o seu comportamento desafiador feriu o sentimento patriótico do grupo de jovens que festejavam o Dia de Vitória, assinalado a 9 de Maio. Foi revelado ainda, que estes assassinos já teriam anteriormente realizado outros ataques a homossexuais. Na sequência deste episódio foi instaurado um processo-crime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este assassinato é considerado o primeiro fruto dos apelos à intolerância e à “limpeza da Rússia” que foram repetidamente proclamados nos últimos meses. Estes apelos foram feitos por deputados do parlamento russo, pelo patriarca da Igreja Ortodoxa e até pelo chefe de Estado Vladimir Putin, que num dos discursos durante a sua visita oficial à Holanda igualou a homossexualidade à pedofilia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia em que foi aprovada a lei da “propaganda de homossexualidade”, foram espancados vários activistas gays em frente ao parlamento. Ninguém foi preso por estes ataques apesar da presença policial no local. Com esta, e outras acções tem sido enviado para a nação um sinal claro: “Na Rússia os homossexuais não estão salvaguardados pela lei.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Alexandre Iourtchenko &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-10T11:28:19</issued>
    <title>A história de Alan Gendreau, um pioneiro do futebol americano (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-10T10:34:55Z</published>
    <updated>2013-05-10T11:05:05Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb413225a/14965919_NyZN1.jpeg" alt="" width="375" height="281" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Alan Gendreau é um jovem atleta que joga futebol americano, numa pequena cidade do estado do Tennessee, nos Estados Unidos e que sonha com uma oportunidade na liga dos grandes (a NFL). A sua ambição acabou por ganhar mediatismo devido à orientação sexual de Gendreau – é gay assumido.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O jogador de 23 anos foi dado a conhecer ao grande publico, através de um vídeo biográfico colocado no site OutSports, que se dedica a divulgar desportistas que gostam de pessoas do mesmo sexo. O co-fundador do website sublinha que Gendreau nunca procurou um lugar privilegiado. “O objectivo dele não é ser o primeiro”, aponta Zeigler. “O objectivo dele é ser quem ele é”. Outros meios de comunicação social dos Estados Unidos também estão a dar visibilidade ao seu exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Gendreau assumiu-se como gay no liceu, que frequentou na pequena cidade de Apopka. Quando se mudou para o estado do Tennessee nunca escondeu a sua sexualidade, sendo o primeiro gay assumido a jogar numa liga universitária, o que suscitou no mínimo, bastante curiosidade e mediatismo, logo à partida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O desportista refere que não pretende promover-se à custa da sua sexualidade, mas que por outro lado, também não a pretende esconder. “Sou um jogador de futebol-americano que é gay. Só isso”, refere com naturalidade. “É parte daquilo que sou, mas não é aquilo que me distingue. O meu objectivo é ajudar qualquer pessoa que está com dificuldades em assumir-se”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Mediatismos à parte, o que é certo é que Gendreau tem grandes probabilidades de conseguir subir à liga NFL, já que as estatísticas mostram um score altíssimo na concretização de pontos: 28 consumados de 34.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Esta situação não é nova no panorama desportivo dos Estados Unidos. &lt;a href="http://dezanove.pt/500017.html" target="_blank"&gt;Jason Collins&lt;/a&gt;, atleta da NBA assumiu-se há poucas semanas, sendo o primeiro jogador da liga de basquetebol americano a sair do armário.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;Luís Miguel&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/Ag6k5eEYnSI" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-09T09:57:37</issued>
    <title>Marinho Pinto: “Os casais do mesmo sexo têm muitos direitos, mas não têm, seguramente (nem devem ter), direito a adoptar”</title>
    <published>2013-05-09T09:07:37Z</published>
    <updated>2013-05-09T13:53:10Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6414bf2a/14960793_I8NNB.jpeg" alt="" width="375" height="172" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Os projectos de lei do PS e do Bloco de Esquerda sobre a adopção de crianças por parte de casais homossexuais voltam ao Parlamento para serem debatidos a &lt;a href="http://dezanove.pt/502628.html" target="_blank"&gt;17 de Maio&lt;/a&gt;. Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados já enviou ao Parlamento um parecer negativo sobre a aprovação destes projectos.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Citado pelo jornal Público, Marinho Pinto argumenta que “os casais do mesmo sexo têm muitos direitos, muitos dos quais, infelizmente, ainda não estão sequer reconhecidos", mas "não têm, seguramente (nem devem ter), direito a adoptar, porquanto esse pretenso direito colide frontalmente com o direito das crianças a serem adoptadas por uma família natural". E uma "família natural", segundo a OA, é "constituída por um pai (homem) e uma mãe (mulher) e não com um homem a fazer de mãe ou com uma mulher a fazer de pai".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já em Fevereiro de 2012 o parecer da AO tinha manifestado uma &lt;a href="http://dezanove.pt/306642.html" target="_blank"&gt;ideia semelhante&lt;/a&gt;. Na altura a associação &lt;a href="http://dezanove.pt/308537.html" target="_blank"&gt;ILGA respondeu à Ordem dos Advogados e tentou esclarecer Assembleia da República sobre a adopção&lt;/a&gt;. No entanto, as propostas &lt;a href="http://dezanove.pt/310859.html" target="_blank"&gt;não foram aprovadas&lt;/a&gt;. Tal como noticiado na altura a deputada Isabel Moreira e o deputado Pedro Delgado Alves decidiram que iriam voltar ao assunto o que se vai concretizar daqui a uma semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que vai acontecer a 17 de Maio no Parlamento?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta do PS visa conceder ao membro do casal que não é pai (ou mãe) da criança possa adoptar o filho do(da) seu(sua) companheiro(a). Trata-se da co-adopção de uma criança que já vive no seio de uma família, mas que para efeitos legais só vê reconhecido um pai ou uma mãe, quando na realidade vive com dois. Em caso de perda do pai ou mãe legalmente reconhecido, a criança pode ser retirada ao outro membro do casal, com que até pode ter partilhado toda a vida, e &lt;em&gt;in extremis&lt;/em&gt; ser institucionalizada. A proposta pretende alargar assim o poder parental a ambos os membros do casal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Bloco de Esquerda avança para uma proposta que pretende que os casais de pessoas do mesmo sexo possam adoptar nas mesmas circunstâncias do que os casais heterossexuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portugal permitiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2010, mas vedou então a possibilidade da adopção. A adopção por casais do mesmo sexo é permitida, em pelo menos 10 países europeus, que assim a legislaram logo aquando da legalização do casamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-07T10:15:45</issued>
    <title>O amor tem código postal? (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-07T00:20:43Z</published>
    <updated>2013-05-07T19:48:17Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B331450a2/14948868_VbM0c.jpeg" alt="" width="375" height="224" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Imagine o que era viver numa localidade do país cujo código postal começasse por 01. E por causa disso não podia casar com quem ama. No entanto, se habitasse numa localidade cujo  código postal começasse por 2 já se podia casar. Trata-se de um mero exemplo usando o primeiro dígito dos códigos postais de São Paulo e Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p&gt;É apenas uma forma de interpretar a curta "Amor não tem CEP: duas realidades sobre o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil", um "mini documentário" com cerca de 10 minutos. O lançamento oficial ocorreu esta segunda-feira. Na curta é possível ver a comemoração do casal Lauro e Gabriel, que se casaram em São Paulo. Uns bons quilómetros mais distante está o casal Felipe e Igor, que se querem casar no Rio de Janeiro. Ambos casais mostrando realidades distintas em relação às autorizações, facilidades e dificuldades para se casarem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Actualmente o casamento homoafectivo é permitido em 13 estados Paraná, Paraíba, Alagoas, Bahia, Piauí, Espírito Santo, Santa Catarina, Sergipe, Rondônia, Ceará, Mato Grosso do Sul e São Paulo e Distrito Federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/xol2v9yDpsg" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Notícia actualizada às 20H45 com a lista completa de estados brasileiros onde o casamento igualitário é permitido.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;#39;Arial&amp;#39;,&amp;#39;sans-serif&amp;#39;; font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-07T01:32:58</issued>
    <title>Thierry, um gay que é actor porno ocasional, prostituto, activista e presidente dos trabalhadores do sexo</title>
    <published>2013-05-07T00:36:58Z</published>
    <updated>2013-05-07T00:36:58Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf914fdda/14948890_bihjR.jpeg" alt="" width="375" height="211" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;São dois dias que cabem em 17 minutos. O documentário de Rodrigo Lacerda retrata "Thierry", um homossexual, actor porno ocasional, prostituto, activista e presidente da delegação dos trabalhadores do sexo do terceiro maior sindicato do Reino Unido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rodrigo Lacerda conheceu Thierry durante a realização, em parceria com Rita Alcaire, do documentário Das 9 às 5 que analisa a situação dos trabalhadores do sexo em Portugal segundo uma perspectiva de direitos laborais.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p&gt;A ideia para este filme partiu do trabalho da antropóloga Ana Lopes que, como parte do seu doutoramento na University of East London, criou o International Union of Sex Workers (IUSW) que, posteriormente, se associou ao GMB, o terceiro maior sindicato do Reino Unido e do qual Thierry é o actual presidente da secção de trabalhadores de sexo e o secretário da secção LGBT desta organização sindical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lacerda revela que durante a montagem deste filme senti que o Thierry era um personagem multifacetada que merecia o seu próprio documentário e decidiu partir para Londres para aprofundar esta intuição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O filme passa no âmbito do Festival Panorama - Mostra do Documentário Português - na próxima sexta-feira, dia 10 de Maio, às 17 horas na Sala 3 do Cinema S. Jorge, em Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2013-05-07T01:02:42</issued>
    <title>O que fazer a 17 de Maio (de Norte a Sul e Ilhas)</title>
    <published>2013-05-07T00:04:35Z</published>
    <updated>2013-05-12T20:56:29Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0514bfc3/14948846_ZgODZ.jpeg" alt="" width="375" height="221" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Assinala-se a 17 de Maio o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e Transfobia. Subentende-se ainda na mesma designação o combate a todas as fobias relacionadas com a orientação sexual (bifobia e lesbofobia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi a 17 de Maio de 1990 que a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde decidiu retirar a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Esta data tornou-se, por essa razão um marco importante na defesa dos direitos LGBT. Um pouco por todo o mundo ocorrem vários eventos cujo objectivo é esclarecer a sociedade em geral e lembrar que estas formas de ódio continuam a matar, a ostracizar e a criar estigmas nesta minoria. Portugal não é excepção. Ao longo do ano chegam às autoridades, aos meios de comunicação social e às associações de defesa dos direitos LGBT relatos de vítimas de homofobia e transfobia. No entanto, um número difícil de quantificar permanece no anonimato.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos as actividades desenvolvidas em Portugal cresceram em número e em alcance. Em 2010 contabilizaram-se três actividades nacionais e nos últimos dois anos chegou-se a uma dezena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fica a par das iniciativas agendadas para 2013:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. TERTÚLIA EM S. ROQUE DO PICO, AÇORES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 21 horas a Câmara Municipal de São Roque do Pico vai abrir as portas do Salão Nobre à Associação LGBT Pride Azores para realizar uma tertúlia para que os açorianos possam dar o seu testemunho. Os interessados em participar deverão contactar a associação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. ÁLBUM ONLINE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Associação Pride Azores não quer limitar a participação das actividades àqueles que não se possam deslocar à ilha do Pico. A associação refere que quer “incentivar as pessoas”, não interessando a ilha em que vive ou a sexualidade. O convite à participação num álbum online pode ser feito tirando uma fotografia a algo como: colocar uma bandeira da diversidade na janela ou varanda, uma mensagem no Facebook, no trabalho, etc.!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. ABRAÇOS GRÁTIS, LISBOA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rede ex aequo convida, mais uma vez, a participar na iniciativa Free Hugs (Abraços Grátis) contra a discriminação de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros que terá lugar num local de Lisboa ainda a informar a partir das 17h30. Para a participação ser mais uniforme pede-se aos interessados que venham vestidos com a cor roxa. A própria associação vende t-shirts dessa cor ao preço de 5 euros. A iniciativa pode ser seguida &lt;a href="https://www.facebook.com/events/373975695975076/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. CAMPANHA DE IMAGENS CONTRA A HOMOFOBIA, BIFOBIA E TRANSFOBIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rede ex aequo informa que para além da iniciativa Abraços Grátis existe outra forma de contribuir para a sensibilização deste dia. Basta tirar uma fotografia segurando um papel a dizer, por exemplo: "Eu sou contra a homofobia. E tu?", "Eu sou contra a bifobia. E tu?" ou "Eu sou contra a transfobia. E tu?". As fotos deverão ser remetidas para o endereço da associação: geral@rea.pt&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. CONFERÊNCIA DIREITOS IGUAIS: NEM MAIS, NEM MENOS, MOSCAVIDE (LOURES)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rede ex aequo e o Conselho Nacional da Juventude pretendem trazer à discussão os direitos dos jovens LGBT. A implementação de medidas de protecção contra a homofobia, transfobia, bifobia e o bullying homofóbico e transfóbico em ambiente escolar em Portugal farão parte dos temas abordados. Local: auditório da Direcção Regional de Lisboa do IPDJ, Moscavide, das 09h00 às 16h30. Entrada livre, mas sujeita a inscrição prévia para geral@cnj.pt&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. IV MARCHA CONTRA A HOMOFOBIA E TRANSFOBIA, COIMBRA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Marcha terá início às 17h30 nos Jardins do Mosteiro de Santa Clara, em Coimbra, terminando o seu percurso na Praça 8 de Maio. A Marcha é organizada pela Plataforma Anti-Homofobia e Transfobia (PATH). A PATH é composta por várias organizações não governamentais e pessoas singulares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A marcha percorre várias ruas da Cidade dos Estudantes e termina na Praça 8 de Maio. Às 18h30 haverá um arraial na Praça do Comércio (Coimbra) e a festa contra a discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de género prossegue no Pop Fresh a partir das 23h30. As iniciativas em Coimbra contam com o apoio da Conselheira Local para a Igualdade, Clara Almeida Santos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. CICLO DE ACÇÕES DE PREVENÇÃO, CONSCIENCIALIZAÇÃO, E INFORMAÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E IST ENTRE CASAIS DO MESMO SEXO, LISBOA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começam a 17 de Maio e só terminam a 18 de Junho. O &lt;a href="http://dezanove.pt/457419.html" target="_blank"&gt;projecto da Opus Gay&lt;/a&gt; tem como embaixadores Eládio Clímaco e Madalena Braz Teixeira (vereadora da CML)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. VÍDEO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ESTUDANTES DE MEDICINA CONTRA A HOMOFOBIA E A TRANSFOBIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Associação Nacional de Estudantes de Medicina vai fazer um vídeo semelhante ao que é reproduzido infra e que foi desenvolvido por estudantes britânicos. A ANEM precisa de jovens que contem a sua história, quer sejam homossexuais, bissexuais ou transgéneros, quer tenham sido vítimas, actores ou espectadores de episódios de bullying. Para participar, contacta a associação de estudantes universitários de medicina pelo endereço saudereprodutiva@anem.pt&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/3d1wBqie8E8" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9. APRESENTAÇÃO, DISCUSSÃO E VOTAÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DAS PROPOSTAS DE LEI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Assembleia da República falar-se-à das crianças, dos seus direitos, segurança e protecção. Estará em discussão garantir a possibilidade de co-adopção em casais do mesmo sexo (iniciativa dos deputados Isabel Moreira e Pedro Delgado Alves do PS) e a possibilidade de adopção em casais do mesmo sexo (BE). A data foi escolhida de forma simbólica pelos deputados do PS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de ter entregue um acção popular contra o Estado Português, a associação ILGA Portugal continua a dar eco deste tema. Neste âmbito, a associação esteve em audiências com representantes dos vários grupos parlamentares presentes na AR para elucidar os deputados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10. PETIÇÃO PELA CRIAÇÃO DO DIA DE COMBATE À HOMOFOBIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="http://www.dezanove.pt" target="_blank"&gt;dezanove.pt&lt;/a&gt; continua a recolher assinaturas online de cidadãos portugueses através do site &lt;a href="http://www.peticaopublica.com/?pi=17Maio" target="_blank"&gt;Petição Pública&lt;/a&gt; com objectivo de as entregar na Assembleia da República e com as mesmas se conseguir assinalar esta data de forma oficial por parte do Estado e em todo do território português. A começar pelas escolas, mas não deixando de parte nenhum organismo público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;CONFERÊNCIA NO INSTITUTO DE FORMAÇÃO BANCÁRIA, PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Destinada a alunos e professores a convite deste instituto e promovida pelo Projecto Tudo Vai Melhorar e Associação CASA. Rua Fernandes Tomás, 352-3.º/4.º no Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;12. DEBATE “BULLYING HOMOFÓBICO – DA PREVENÇÃO À CRIMINALIZAÇÃO?“, PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A realizar na sede da Associação CASA (Rua de Santa Catarina, 1538 Porto). Painel de palestrantes: CASA, APAV, CPDJ, ILGA, JS, JSD e Diogo Caldas Figueira. Às 21h30.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;13. CAMPANHA "A TUA VOZ CONTRA A HOMOFOBIA/TRANSFOBIA"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante todo o dia nas redes sociais e a começar nos primeiros minutos do Dia Internacional de Luta contra a Homofobia e Transfobia. Dinamizada pela CASA/Tudo Vai Melhorar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;14. UM CORAÇÃO ROXO NAS REDES SOCIAIS  &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É mais uma iniciativa da associação rede ex aequo que quer pintar o Facebook, e outras redes sociais, de roxo. O objectivo é assinalar o Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia e lembrar as pessoas que sofreram violência ou morreram por estas razões. Iniciativa &lt;a href="https://www.facebook.com/events/506985979361794/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Em actualização… Faz-nos chegar mais iniciativas de combate à homofobia e transfobia em Portugal pelo e-mail: dezanovept@gmail.com&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-06T17:53:47</issued>
    <title>França: O emotivo discurso na Assembleia Nacional após a aprovação do casamento (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-06T16:57:06Z</published>
    <updated>2013-05-07T11:27:25Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf513772a/14945042_1dJz6.jpeg" alt="" width="375" height="292" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Depois de uma maratona de debates nas duas câmaras do Parlamento francês, e apesar de &lt;a href="http://www.dezanove.pt/456098.html" target="_blank"&gt;protestos frequentes&lt;/a&gt; de centenas de milhares de pessoas nas ruas de Paris, a Assembleia Nacional francesa &lt;a href="http://dezanove.pt/498581.html" target="_blank"&gt;aprovou a 23 de Abril&lt;/a&gt;, a lei que permite o acesso ao casamento e à adopção por parte dos casais de pessoas do mesmo sexo.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Ver mais..."&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Dos vários debates realizados tanto na Assembleia Nacional como no Senado francês, a ministra da Justiça, Christiane Taubira, destacou-se pela eloquência e pelo facto de discursar sem notas, sem que isso a impedisse de fazer numerosas referências históricas, jurídicas e literárias para defender a proposta de lei do Governo.&lt;br /&gt;No discurso que proferiu na Assembleia Nacional logo após a aprovação da versão final do diploma, Christiane Taubira, visivelmente emocionada, interpelou os jovens homossexuais franceses que terão descoberto “uma sociedade em que uma sublimação dos egoísmos permitiu que alguns protestassem ruidosamente contra os direitos dos outros” e endereçou-lhes uma mensagem de esperança e de inclusão. O vídeo com legendas em português está disponível no YouTube.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;Nuno Mendes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/ztlLuXSEBPU" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-06T13:44:45</issued>
    <title>Jesse Pepe canta  “I’m not Gay” (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-06T12:53:42Z</published>
    <updated>2013-05-06T12:57:08Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be814627b/14944389_SzR09.jpeg" alt="" width="335" height="500" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Jesse Pepe, conhecido J Pee, nasceu em Salt Lake City no Utah, e vive em North Hollywood. Trata-se de um jovem estudante de artes musico-teatrais na Universidade de Weber State e que recentemente foi protagonista de um vídeo produzido pela ryanturnerproductions.com.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Nesta produção, ironiza-se um personagem que insiste em dizer que não é gay apesar das suas atitudes poderem levar a pensar o oposto. J. Pee interpreta um papel que talvez seja familiar a muitos outros jovens que passam pelo seu período de negação. Nada se sabe sobre a orientação sexual de J Pee. O jovem dedica-se à moda e o seu perfil encontra-se no site Model Mayhem e também ao cinema, onde protagonizou o filme “&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt2585842/" target="_blank"&gt;Toeing the line&lt;/a&gt;” (“Pisando a linha” em tradução livre) que aborda a temática homossexual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/hS9KPwfylmg?list=PL00B50D06A1A62B68" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;César Monteiro&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-06T10:21:43</issued>
    <title>Entrevista: Como Jean Louzac faz da vida um cabaret (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-06T09:36:02Z</published>
    <updated>2013-05-07T19:50:14Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd81395d8/14943554_md1Av.jpeg" alt="" width="375" height="500" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Gosta de se identificar como o hipotético meio-irmão de Carmen Miranda, homenageando-a com as suas actuações. Numa noite cheia de animação, o octogenário Jean Luzac reuniu esta quinta-feira amigos e fãs para um espectáculo único no restaurante Comida de Santo, no Príncipe Real, em Lisboa. A força deste entertainer e designer de moda quer fazê-lo repetir mais vezes as vindas a Portugal, o país que o seu coração adoptou, porque considera que os portugueses conseguem dar mais do que o que têm.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler a entrevista..."&gt;
&lt;p&gt;Na sua juventude, foi capturado pelos japoneses no fim da Segunda Guerra Mundial, quando então dava pelo nome de Hans van der Meulen e vivia em Surabaia, na Indonésia, na altura uma colónia dos Países Baixos. No capítulo da moda esteve à frente no seu tempo, vestiu elegantes mulheres e primou pelo trabalho de bordados e incrustações, trabalho que aliás ainda hoje desenvolve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao &lt;a href="http://www.dezanove.pt" target="_blank"&gt;dezanove.pt, &lt;/a&gt;Jean repete a sua fórmula que entende como elixir da juventude: “Todos os dias quando o sol nasce temos de o agarrar e espremê-lo ao máximo, façam caso disto, tenho idade para saber o que digo!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dezanove: Como nasceu esta paixão por Carmen Miranda? Porque a escolheu e não outra?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jean Louzac: Na altura havia várias “oomph girls”, cheias de energia, entusiasmo, sexy e tentadoras, mas elas não tinham o “it”, um certo traço que fascinava, encantava, atraía. Tinha charme e magnetismo. Era tudo isto que Carmen Miranda tinha. As outras vedetas eram fabricadas, serviam muito para animar as tropas. Mas Carmen era a original, continuava, mesmo depois de adulta a ser uma menina pequena e encantadora. Até a mexer os olhos era original. No que respeita à roupa também criou uma certa magia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;É daqui que nasce a sua paixão pela moda?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também. Mas antes eu sabia que deveria comportar-me para manter as tradições, os negócios da plantação de açúcar e a herança familiar. Quando estava capturado pelos japoneses tentava transmitir o alento da Carmen a quem estava preso dizendo que um dia seríamos libertados, apesar das condições más em que estávamos, a comida era horrível e onde apanhávamos doenças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Que memórias tem depois de ter estado cerca de quatro meses preso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira coisa foi ir a um cabaret neerlandês e fiz uma actuação. Depois encontrei um ferido de guerra numa rua. Ele pediu-me que lhe cantasse a canção “My blue heaven” de Marlene Dietrich, porque era a que a mulher lhe cantava. Ele disse-me que ela podia estar morta, mas teria a certeza que escutaria essa canção onde quer que estivesse. Foi essa a energia que aprendi para a vida. Depois tivemos de vir para a Holanda, porque receávamos voltar a ser presos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi ter de seguir um caminho diferente daquele que a sua família queria para si?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os dias e todas as noites eles tentavam que eu mudasse de rumo, mas eu ouvia a minha voz interior que me dizia para ir em frente e triunfar… para um dia conquistar Portugal (risos)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E como nasce esta proximidade com Portugal?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passei umas férias que passei com uma amiga em Viana do Castelo. Aqui aprendi que os portugueses conseguem dar mais do que o que têm.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como foi desenvolver trabalhos na área da moda num tempo bem diferente do de hoje?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembro-me de uma vez um marido de uma cliente me ter dito que como era possível eu ter criado o maior decote de sempre. Eu respondi que compensava com umas pestanas compridas (risos).&lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: right;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3c14dbfe/14943556_oPvpz.jpeg" alt="" width="375" height="500" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continua a trabalhar em moda...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, aqui em Portugal já encontrei contactos para poder exportar o meu trabalho e quero fazer ainda mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reuniu amigos e fãs para uma noite de espectáculo em Lisboa, apresentada por Abel Dias, com que fez alguns duetos. O que sentiu?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao ver aquelas caras felizes, senti que tinha conquistado as pessoas e senti-me o homem mais feliz à face da Terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E onde continua a buscar tanta energia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas margens do Tejo. Sinto o poder do rio e da cidade. É o sítio onde sinto a magia do azul do céu e do grandioso Tejo e isso ajuda-me.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fez a promessa de voltar a Portugal em breve…&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho de vir mais vezes conhecer a terra de Carmen Miranda. Tenho a certeza que a vou encontrar um dia. Há quem diga que o espírito dela vive em Lisboa. Eu, Miguel do Carmo Pinto da Cunha [alter ego que Jean criou para homenagear Carmen Miranda] ainda quero fazer-lhe uma grande homenagem e usar o meu ananás e as minhas leggings. Temos de a trazer de volta, se não fizermos nada o tempo acaba por dar cabo de nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E quando será isso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois do Verão, lá para Outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/xz_Swl1h-SA" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos e entrevista de Paulo Monteiro&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Agradecimentos: Restaurante Comida de Santo, Hotel Avenida Palace&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Entrevista actualizada a 08 de Maio com a inserção de vídeo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-03T10:23:21</issued>
    <title>Pornografia domina próxima festa da Conga (com vídeo)</title>
    <published>2013-05-03T09:32:18Z</published>
    <updated>2013-05-03T11:31:33Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbb139d0c/14933034_ngRIe.jpeg" alt="" width="375" height="138" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Este Sábado à noite decorre mais uma edição das festas Conga Club. Mais uma vez com arraiais assentes no Factory Club, em Alcântara (Lisboa), os cinco rapazes, escolheram o tema da pornografia para animar uma noite, cuja selecção musical ficará a cargo do dj Pedro Figueiredo e do Casal Maravilha.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Para receber os convidados haverá cinco personagens, cuja semelhança com a realidade, é isso mesmo, apenas uma semelhança: Cock'alatte, o nadador salvador mulatto; Joni Deep, o canalizador bem equipado; Barbra Bush, a colegial lésbica; Mary Poppers, a dona de casa desesperada e Darth Invader, O bombeiro tesudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vídeo de apresentação da festa já está a despertar o interesse dos mais curiosos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/bz8UsNeyH-Y" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <title>Os Palomos Cojos estão de regresso</title>
    <published>2013-05-03T09:17:18Z</published>
    <updated>2013-05-03T09:17:18Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bed143b3d/14933000_WGB63.jpeg" alt="" width="375" height="335" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" align="center"&gt;Depois do sucesso conseguido, em &lt;a href="http://dezanove.pt/148942.html" target="_blank"&gt;2011&lt;/a&gt;, a festa dos “Palomos Cojos” volta a ser notícia no mundo. Sendo ainda um acontecimento recente na cidade, é também já considerado um evento obrigatório em Badajoz, que reúne milhares de participantes.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A manifestação terá lugar este Sábado, 4 de Maio, na cidade fronteiriça que viu nascer a resposta a uma irreflectida manifestação homofóbica por parte do presidente da Câmara, Miguel Celdrán. A expressão “Palomos Cojos” é uma forma depreciativa de tratamento dos homossexuais. Depois de ter proferido esta expressão Celdrán acabou mais tarde por retratar-se, mas a manifestação a alertar contra a homofobia realizou-se de igual forma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este ano o evento contará com múltiplos apoios institucionais, com o apoio da autarquia e de 70 empresas da cidade de Badajoz. Está garantida a presença de múltiplas orquestras e bandas musicais o desfile de milhares de defensores pela igualdade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Apesar do motivo que causou esta manifestação, a iniciativa é importante para a cidade e não apenas para a comunidade LGBT, uma vez que traz benefícios económicos a Badajoz. Os milhares de visitantes usufruem das inúmeras ofertas gastronómicas e culturais de que a cidade espanhola dispõe e os habitantes de Badajoz sabem disso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;VG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-30T22:22:30</issued>
    <title>Tóquio recebe “semana arco-íris” (com vídeo)</title>
    <published>2013-04-30T21:47:16Z</published>
    <updated>2013-04-30T21:47:16Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5f139b30/14922397_nF0sd.jpeg" alt="" width="375" height="250" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Começou no passado dia 27 de Abril e prolongar-se-á  até ao próximo dia 6 de Maio a inicativa “Tokyo Rainbow Week” . Esta semana arco-íris  tem como objectivo apoiar a comunidade sexual minoritária do Japão, criar uma sociedade amigável, promover a aceitação e permitir que cada pessoa possa ser ela mesma e construir uma vida de felicidade e optimismo.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;Ao longo destes dias pretende-se celebrar a cultura LGBT em Tóquio. São mais de 20 eventos e muita animação que ocorrem na “Pride Village” em Yoyogi Park, um dos maiores parques de Tóquio com um palco e diversos stands.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos stands estão empresas como o banco Barclays, Goldman Sachs, Google, IBM, Phillips e UBS. Estão ainda presentes vários países através das suas embaixadas em Tóquio, como por exemplo, Bélgica, França, Alemanha, Israel, Holanda, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos da América, para promover o turismo LGBT e tentar convencer a comunidade LGBT a visitá-los. Não faltam ainda diversas organizações não-governamentais que partilham informações, produtos e serviços relacionados com a comunidade LGBT.&lt;/p&gt;
Este Domingo, dia 28, realizou-se a marcha designada por “Tokyo Rainbow Pride” (Orgulho Arco-Íris de Tóquio), pelas ruas do bairro comercial nipónico de Harajuku no Shibuya Ward.
&lt;p&gt;A organização contabilizou a participação de cerca de 12 mil pessoas, no desfile que iniciou e terminou na “Pride Village”. O desfile caracterizou-se por ser bastante colorido, contou com carros alegóricos, drag queens (transformistas), go-go boys (strippers masculinos) e mulheres em biquíni.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O organizador do desfile, Shin-ya Yamagata, afirmou que o número de mulheres participantes aumentou e disse que “os participantes do desfile vieram de Tóquio, do Japão e do mundo”. Yamagata confidenciou ainda “passei por tantas experiências desafiadoras porque sou gay. Quero reduzir essa dor para a geração mais jovem, fazendo este desfile”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos patrocinadores do evento é a Alfa Romeo, que pela pessoa de Tiziana Alamprese, director de marketing da Fiat Chrysler no Japão declarou: “A nossa marca é muito especial e enfatiza a essência de cada pessoa ser ela mesma, ser única, ser todo o seu ser”, e acrescentou: “começou a promover diversas actividades para incentivar as pessoas a sairem do armário, porque não existe liberdade, a não ser a que cada pessoa descobre dentro de si; encontrando-se e tendo orgulho em si!”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O casamento entre pessoas do mesmo ainda não tem legitimidade legal no Japão, país onde a homossexualidade ainda é considerada tabu. Contudo, e apesar de não ser reconhecido por lei, é possível realizar casamentos desde 2007 entre pessoas do mesmo sexo em Tóquio, no parque da Disney, devido às políticas desta empresa de animação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/--pTnaaAUzQ" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Miguel Gomes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/dezanove" target="_blank"&gt;Já segues o dezanove no Facebook?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-30T21:57:37</issued>
    <title>Obama sobre Jason Collins: “A comunidade LGBT merece igualdade total e não igualdade parcial” (com vídeo)</title>
    <published>2013-04-30T21:11:50Z</published>
    <updated>2013-04-30T21:14:10Z</updated>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="padding: 5px 5px; float: left;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0a138f19/14922308_rkoOs.jpeg" alt="" width="375" height="273" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Esta manhã, no fim de uma conferência de imprensa, o presidente Barack Obama foi interpelado para dar a sua opinião sobre a notícia que marca a imprensa desportiva norte-americana e que está a ter ecos um pouco por todo o planeta: &lt;a href="http://www.dezanove.pt/500017.html" target="_blank"&gt;a saída do armário do jogador profissional de basquetebol Jason Collins&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;a name="cutid1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="ljcut" text="Continua a ler o artigo..."&gt;
&lt;p&gt;A este propósito o presidente declarou que um dos itens pelos quais o progresso da sociedade norte-americana pode ser medido é a evolução recente nos direitos LGBT: “a comunidade LGBT merece igualdade total e não igualdade parcial [...] esta comunidade não merece 'tolerância', mas fazer parte integrante de toda a família norte-americana".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obama elogia a coragem do atleta da NBA, que teve oportunidade de felicitar, por ter “assumido aquilo que é” e frisa, em tom descontraído, que “o jogador continua a ser um bom profissional” e até a “ter a mesma altura de sempre”. Esta revelação é considerada por Obama como mais um “modelo positivo” que os jovens LGBT poderão ter como referência. “Devemos julgar as pessoas em virtude do seu carácter e desempenho e não pela sua orientação sexual. Sinto-me orgulhoso”, rematou Obama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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