O Parlamento vai debater a adopção por casais de pessoas do mesmo sexo no próximo dia 24, de Fevereiro...

Tudo começou quando, no ano passado, o presidente da Câmara de Badajoz, Miguel Celdrán, proferiu comentários homofóbicos. O responsável declarou que na Extremadura os “palomos cojos” eram mandados embora. A expressão espanhola é uma forma pejorativa de tratar os homossexuais.

Quadras com teor homofóbico foram publicadas no último número d’“O Zoófilo”, a publicação trimestral da Sociedade Protectora dos Animais. A autoria das quadras é atribuída a um colaborador da publicação, dirigida por Tomé de Barros Queiroz, e que se identifica como José Luís.

Dois rapazes foram ameaçados de expulsão da Academia de Santo Amaro, em Lisboa, por estarem de mãos dadas. Segundo informações recolhidas pelo dezanove, no intervalo da revista “Bué da Tesos” no último fim-de-semana, um dos actores abordou um dos rapazes por estar de mão dada com outro rapaz. O actor terá dito que ou paravam de dar a mão ou teriam de sair da Academia. Porquê? “Porque aqui não”, afirmou o actor.

O texto do professor catedrático José de Oliveira Ascenção, publicado na revista da Ordem dos Advogados, está a levantar alguma polémica junto deste grupo profissional. O dezanove sabe que o artigo em questão "O Casamento de Pessoas do Mesmo Sexo" está a ser analisado pela ILGA Portugal. No artigo de 21 páginas, o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa analisa o processo de aprovação da Lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo, considerando que a actual lei "é inconstitucional, porque o que não se pode fazer é mudar a Constituição por lei ordinária".

Jamey Rodemeyer, de 14 anos, suicidou-se em Setembro último.
O jovem, vítima de bullying homofóbico tinha sido alvo de mensagens via internet em que Jamey era chamado de “gay e feio” e cujo teor o encorajavam a matar-se. Jamey, no entanto, chegou mesmo a lançar um apelo de ânimo no âmbito do projecto de apoio a jovens LGBT It Gets Better.

O município de Castellanza, na Lombardia, impede que os casais do mesmo sexo repousem em túmulos contíguos.

Brett Ratner, o realizador de "Alta Golpada" ("Tower Heist" 2011), filme que estreia hoje nos cinemas portugueses, foi "demitido" esta semana da produção da próxima cerimónia dos Óscares devido às suas declarações consideradas homofóbicas. O afastamento deu-se após o produtor e realizador ter proferido o comentário: "rehearsing is for fags" ("ensaios é coisa de maricas"), quando lhe haviam perguntado como tinham sido os ensaios dos actores no filme "Alta Golpada", estreado a semana passada nos EUA.
A médica lésbica Otibho Obiowu deu a cara no Parlamento da Nigéria esta segunda-feira para pedir que os deputados não aprovem um projecto-lei que visa criminalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A proposta pede uma pena de prisão de três anos para qualquer pessoa envolvida em casamentos com pessoas do mesmo sexo, mesmo não tendo qualquer valor legal, e de cinco anos para quem facilite ou auxilie a celebração destas uniões.

David Cameron, primeiro-ministro britânico, declarou este fim-de-semana que retirará o apoio financeiro aos países que criminalizam a homossexualidade. "Queremos ver os países que recebem a nossa ajuda a aderir aos princípios dos direitos humanos e isso inclui a forma como tratam as pessoas gay e lésbicas", disse em entrevista à BBC.

A. regressava da praia de Carcavelos na passada sexta-feira, 22 de Outubro, e dirigiu-se para uma das extremidades da Quinta dos Inglesinhos, onde tinha o seu meio de transporte. Nesse espaço, mesmo em frente à praia, situa-se o colégio privado St. Julian's School e é utilizado para a prática de desporto. Na vegetação densa da Quinta dos Inglesinhos ocorrem, ocasionalmente, engates entre homossexuais.

Stuart Walker, de 28 anos, foi encontrado morto este sábado com brutais sinais de violência. O barman escocês, que era gay, terá sido golpeado e queimado vivo. As autoridades suspeitam que se possa estar perante um crime homofóbico, acreditando que Stuart Walker tenha sido vítima de violência sexual, antes de ser assassinado. A investigação policial ainda está a decorrer.

A AMPLOS, a associação portuguesa de mães e pais que defendem a liberdade de orientação sexual comemorou este Domingo dois anos de activismo.

Esta quinta-feira vários milhares de pessoas em todo o mundo irão usar algo roxo durante o “Spirit Day” como sinal de apoio a jovens gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros (LGBT) e dessa forma manifestarem o seu repúdio contra o bullying de estes que são alvo.

O actor Zachary Quinto, conhecido do grande público graças à personagem Sylar, da série "Heroes" e por representar Spock no mais recente "Star Trek", tornou pública a sua orientação sexual. A revelação foi feita à revista New York Magazine. O actor falava sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, que é legal em vários estados norte-americanos e sobre o caso de suicídio do adolescente Jamey Rodemeyer, que foi vítima de bullying homofóbico. "Como gay, olho para isto e digo que não há esperança. Mas olhando como um ser humano, pergunto-me por que existe esta desigualdade", declarou o actor, há vários anos defensor em público dos direitos LGBT.

Este Domingo cerca de um milhão de pessoas esteve na praia de Copacabana e nas ruas do Rio de Janeiro para participar na 16ª edição da Parada do Orgulho LGBT.
"Palomos Cojos" regressam a Badajoz este ano
Poema homofóbico na revista da Sociedade Protectora dos Animais gera polémica
"Bué da Tesos": Ameaçados de expulsão por serem gays
Revista da Ordem dos Advogados: “A homossexualidade pode ser tomada como uma doença”
Alegados "bullies" isentos no caso de Jamey Rodemeyer
Itália: Casais homossexuais impedidos de ficar em túmulos contíguos
Brett Ratner afastado da produção dos Óscares depois de comentário homofóbico
Direitos dos homossexuais chegam ao Parlamento da Nigéria
Reino Unido corta no financiamento aos países homofóbicos
Relato de um crime de ódio em Carcavelos
Dois anos de aprendizagem: o que a AMPLOS aprendeu e deu a conhecer
Spirit Day, roxo pela juventude LGBT
Parada do Orgulho do Rio de Janeiro: Um milhão de pessoas pede paz